sábado, 21 de maio de 2011
Lebensborn = a incubadora nazista de seres humanos "superiores" .
Que fim levaram as crianças geradas para servir à máquina estatal alemã?
Em 1935, os nazistas criaram a Fundação Lebensborn, construindo campos de luxo e conforto, onde moças sacralizadas como "arianas puras" encontravam-se com rapazes de mesma “pureza racial”, para gerarem filhos a serem educados pelo Estado germânico. Estes não conheceriam seus pais e seriam destinados aos quadros das SS. Os campos tornaram-se uma espécie de orfanato especial, para onde eram levados esses jovens descendentes de alemães “puros”, e faziam parte de um programa secreto da Alemanha nazista, que tinha o objetivo de conceber cientificamente indivíduos “perfeitos” e conceder a homens selecionados o direito de acasalar-se com várias mulheres de origem ariana. Cabelos loiros, olhos azuis e pele clara eram características essenciais do cidadão ideal de Hitler, que pretendia exterminar todas as pessoas de “raça impura”. Muitas crianças, nos territórios ocupados pelos nazistas, também foram raptadas por apresentarem as características físicas semelhantes às alemãs, passando por um processo de "germanização" (lavagem cerebral). As que não puderam ser "germanizadas" foram encaminhadas a campos de extermínio. O projeto vazou e escandalizou o mundo que, após a guerra, perguntava-se qual teria sido o destino das crianças geradas de forma tão fria e criadas sem carinho, sem convívio social ou familiar. A constatação, em geral, mostrou que se tornaram pessoas autistas, infelizes, com graves desvios comportamentais.
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